Quarta-feira, Dezembro 13, 2006
Terça-feira, Setembro 19, 2006
Copenhaga, essa bela cidade!
Eis-me acabada de chegar de Copenhaga!Impossível ficar indiferente à beleza desta cidade, ao canal que a percorre, à aparente organização de tudo e/com todos e as inúmeras bicicletas que inundam as ruas.
Porém, nada surpreendente foi encontrar sinais de Portugal!
E era!
Ou antes, foi...hoje em dia, de português apenas mantém o nome...
Foi simplesmente demais!
Quarta-feira, Julho 12, 2006
Depois da Cegueira...

Mais provocador, revolucionário, crítico, satírico, sonhador, utópico...e desconcertante no fim...
Igualmente bem escrito pela forma como nos 'puxa' para dentro da história.
Um segredo: não é só a palavra "Ensaio" que tem em comum com o anterior...:)
e mais não digo!
O próximo: As intermitências da Morte" já está no rol!
Para quem ainda tinha dúvidas... :)

Isto quando se volta de férias parece que o trabalho de repente triplica! - ou se perdeu o ritmo , ou se acumulou enquanto estivemos fora (porque somos mesmo indispensáveis :)), ou então (e acho que é mesmo o mais provável) fazem de propósito!!
Desculpem pela actualização já tão desactualizada!!
Aqui fica um "miminho" :)
Quarta-feira, Junho 07, 2006
Boas Férias (para mim!) =D
Apoizé!
Bem merecidas estas feriazinhas! Sim, que isto de ter poucas férias só porque se mudou de emprego chateia um bocadito! Por isso todos os dias de férias têm de ser gozados o máximo possível e com todo o prazer que conseguirmos ;)
Bom...ai vou eu!!! até dia 19!!!
Bem merecidas estas feriazinhas! Sim, que isto de ter poucas férias só porque se mudou de emprego chateia um bocadito! Por isso todos os dias de férias têm de ser gozados o máximo possível e com todo o prazer que conseguirmos ;)
Bom...ai vou eu!!! até dia 19!!!
Quinta-feira, Maio 04, 2006
O Regresso
(Nem a propósito! alguém acabou de me enviar isto...e tem tudo a ver - e nada ao mesmo tempo - com o post anterior)
Se realmente a vida te ensina de algo útil, se de algo te vale a experiência, é para saber que não existe o regresso.
Em termos científicos, é algo de óbvio: o tempo que passou não pode voltar, ao menos nas dimensões cartesianos em que nós nos movemos. Em termos da alma, é só um desejo e igualmente impossível.
Quantas vezes fizemos tentativas, vãs é claro, de retroceder, de tentar voltar a colocar-nos em algum ponto do passado que desejamos vivamente? O esforço é inútil. Aquele lugar, aquele momento, não são passíveis de repetição. A magia que recordamos (por outro lado talvez idealizada pela passagem do tempo), já não existe. Talvez existam outras magias, mas não aquela.
Aferrar-se ao passado, é talvez um sintoma de infelicidade, de falta de presente, de ideias, de objectivos. O passado deve estar aí para a lembrança e prosaicamente, para não cometer os erros de outrora. Querer retornar, além de absurdo é impossível, conduz à negação da tua actualidade, de que o presente tem um sentido que há que elaborar.
E se não o tem, o regresso impossível tornará mais impossível procurá-lo, conduzindo-nos a uma perda da sensibilidade actual, fazendo mais do que nunca actuais aquelas palavras de Tagore que dizem: «se choras porque não vês o Sol, as tuas lágrimas, impedir-te-ão de ver as estrelas.» No entanto, os homens empenham-se muitas vezes, a braços com a nostalgia, em voltar ao passado. Não é mau voltar àquele lugar, recordar aquela melodia, sempre que saibamos que o que sentimos antes já nunca voltará a ser o mesmo.
Viver no passado é triste, ainda que o passado seja maravilhoso, porque além de sermos incapazes de aceitar a realidade, tampouco estamos preparados para construí-la.
Se olharmos para o espelho, que imagem vemos? Certamente a actual, gostemos ou não. O segredo é a aceitação de nós próprios em cada momento. O contrário é o desengano, a vida artificial, a inadaptação, que leva à infelicidade.
Bendito presente, porque estou nele. O amanhã ainda não chegou, e o passado já se foi.
Não pretendo que esqueçamos, as lembranças podem ser lindas, mas não tentemos voltar.
Aquilo...já não existe.
Se realmente a vida te ensina de algo útil, se de algo te vale a experiência, é para saber que não existe o regresso.
Em termos científicos, é algo de óbvio: o tempo que passou não pode voltar, ao menos nas dimensões cartesianos em que nós nos movemos. Em termos da alma, é só um desejo e igualmente impossível.
Quantas vezes fizemos tentativas, vãs é claro, de retroceder, de tentar voltar a colocar-nos em algum ponto do passado que desejamos vivamente? O esforço é inútil. Aquele lugar, aquele momento, não são passíveis de repetição. A magia que recordamos (por outro lado talvez idealizada pela passagem do tempo), já não existe. Talvez existam outras magias, mas não aquela.
Aferrar-se ao passado, é talvez um sintoma de infelicidade, de falta de presente, de ideias, de objectivos. O passado deve estar aí para a lembrança e prosaicamente, para não cometer os erros de outrora. Querer retornar, além de absurdo é impossível, conduz à negação da tua actualidade, de que o presente tem um sentido que há que elaborar.
E se não o tem, o regresso impossível tornará mais impossível procurá-lo, conduzindo-nos a uma perda da sensibilidade actual, fazendo mais do que nunca actuais aquelas palavras de Tagore que dizem: «se choras porque não vês o Sol, as tuas lágrimas, impedir-te-ão de ver as estrelas.» No entanto, os homens empenham-se muitas vezes, a braços com a nostalgia, em voltar ao passado. Não é mau voltar àquele lugar, recordar aquela melodia, sempre que saibamos que o que sentimos antes já nunca voltará a ser o mesmo.
Viver no passado é triste, ainda que o passado seja maravilhoso, porque além de sermos incapazes de aceitar a realidade, tampouco estamos preparados para construí-la.
Se olharmos para o espelho, que imagem vemos? Certamente a actual, gostemos ou não. O segredo é a aceitação de nós próprios em cada momento. O contrário é o desengano, a vida artificial, a inadaptação, que leva à infelicidade.
Bendito presente, porque estou nele. O amanhã ainda não chegou, e o passado já se foi.
Não pretendo que esqueçamos, as lembranças podem ser lindas, mas não tentemos voltar.
Aquilo...já não existe.
O balanço
O 25 de Abril é sempre motivo de comemoração e orgulho em comemorar!
Este ano a forma de o fazer foi diferente.
Partimos por esse Portugal (lindo, lindo!!!) fora, descobrir mistérios de vidas passadas, de épocas passadas - aldeias construídas no meio de rochas, ruínas romanas, castelos (sou apaixonada por castelos!!) onde se sentia ainda a passagem (e a presença!) dos que por lá viveram!!!
Impossível transmitir-vos o bem que me soube e o bem que me fez este retiro (do mundo de que me rodeio)!!
Foi um respirar fundo...
...um lavar de alma, um lavar dos sentidos...
...um renovar de memórias...
...um presente sem passado e sem futuro...aproveitado, espremido, gozado
...quem me acompanhou (sim, por exemplo tu, Morgy) percebeu bem quase o roçar de felicidade que todo aquele ambiente inspirou e isso viu-se na nossa cara sorridente, nos nossos olhos brilhantes, na nossa voz ofegante de tanto falar, rir e chorar (por mais!), nas nossas (centenas de) fotografias - testemunho para o futuro!
O passado - só mesmo o dos nossos antepassados que nos acompanharam nas nossas explorações e as histórias de quem conhece os sítios
O presente - o nosso - obrigada a todos vocês que me acompanharam
(com especial menção a quem vocês todos sabem!!)
O futuro...teremos as fotografias para nos recordar deste passado... e será o que nós quisermos!
Este ano a forma de o fazer foi diferente.
Partimos por esse Portugal (lindo, lindo!!!) fora, descobrir mistérios de vidas passadas, de épocas passadas - aldeias construídas no meio de rochas, ruínas romanas, castelos (sou apaixonada por castelos!!) onde se sentia ainda a passagem (e a presença!) dos que por lá viveram!!!
Impossível transmitir-vos o bem que me soube e o bem que me fez este retiro (do mundo de que me rodeio)!!
Foi um respirar fundo...
...um lavar de alma, um lavar dos sentidos...
...um renovar de memórias...
...um presente sem passado e sem futuro...aproveitado, espremido, gozado
...quem me acompanhou (sim, por exemplo tu, Morgy) percebeu bem quase o roçar de felicidade que todo aquele ambiente inspirou e isso viu-se na nossa cara sorridente, nos nossos olhos brilhantes, na nossa voz ofegante de tanto falar, rir e chorar (por mais!), nas nossas (centenas de) fotografias - testemunho para o futuro!
O passado - só mesmo o dos nossos antepassados que nos acompanharam nas nossas explorações e as histórias de quem conhece os sítios
O presente - o nosso - obrigada a todos vocês que me acompanharam
(com especial menção a quem vocês todos sabem!!)
O futuro...teremos as fotografias para nos recordar deste passado... e será o que nós quisermos!
Sábado, Abril 22, 2006
Quarta-feira, Abril 05, 2006
Quarta-feira, Março 22, 2006
Segunda-feira, Março 20, 2006
Ensaio sobre a Cegueira
Para aqueles que, como eu até há uns tempos atrás, nunca conseguiu ler um livro de Sarmago...Este livro é simplesmente do melhor que li nos últimos tempos!
É bem verdade que a forma de Saramago escrever não é a que estamos acostumados (com diálogos bem separados, com parágrafos, travessões, indicações de mudança de discurso e de personagem) mas, se gostam de ler e ser absovidos pelo que estão a ler a ponto de 'viverem' o livro, então garanto-vos que não se arrependerão!!
Fala da humanidade e da falta dela, de dignidade ou nenhuma...
...simplesmente brutal!!!
Sexta-feira, Março 10, 2006
Uma boa notícia!!!
Mais uma pessoa que se rendeu à magia que é partilhar a vida com um gato. Nice! :)Para além disso, a gata em questão (na foto e Duquesa de seu nome) era abandonada e a precisar de alguém que a tratasse bem e lhe desse todo o carinho que merece e os cuidados que precisa!
Foi uma óptima escolha para ambas as partes!
Parabéns e Felicidades!!










